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18 18UTC janeiro 18UTC 2010
14 14UTC novembro 14UTC 2009
27 27UTC outubro 27UTC 2009
Resumo dos ensaios
Resumo dos ensaios
1. Notas sobre autoria
Discussão acerca da noção de autoria em literatura e suas implicações na constituição das obras narrativas.
2. Considerações sobre o Narrador
São apresentados os principais conceitos e tipologias do narrador, especialmente aquelas de raiz formalista/estruturalista
3. O Narratário / Conceito e Classificação / A constituição do Outro como ser enunciativo
Pouco conhecido e ainda não disseminado no ensino de graduação e mesmo entre os formados em Letras, o conceito de narratário, bem como sua classificação básica, é apresentado. Na parte mais original do trabalho, é discutida sua constituição de natureza filosófico-ontológica, considerando a importância dessa categoria narrativa.
4. Subjetivismo epistolar, outridade e interação empática em Lucíola, de José de Alencar.
A obra de José de Alencar é analisada – principalmente – a partir dos conceitos apresentados nos ensaios anteriores como forma de possibilitar a reflexão sobre romance romântico ou mesmo o romance brasileiro do século XIX.
5. Heterogeneidade enunciativa e montagem caleidoscópica em O Minossauro, romance do paraense Benedicto Monteiro.
Numa abordagem um tanto ousada, a obra do escritor paraense recebe neste ensaio uma atenção focalizada nos personagens-narradores/narratários e na estratégia narrativa-enunciativa empreendida de se construir um processo interativo interdependente, no qual a participação do leitor – necessariamente – precisa ser ativado para o preenchimento de vazios e lacunas.
6. Fragmentação ontológica e interação especulativa em Benjamim, de Chico Buarque
A partir de conceitos da narratologia e da apresentação sobre o Novo Romance Francês, discute-se a interação mediatizada pela focalização em “câmera” como processo narrativo utilizado pelo autor. Enfatiza-se o escamoteamento da imagem autoral e o caráter especulativo da interação, de modo a indicar a presença de tais processos no romance contemporâneo.
7. Às urbes buarqueanas: das cidades utópicas a distopia singular
Na abordagem mais original do volume e indispensável aos pesquisadores buarqueanos, apresentam-se as cidades na obra de Chico Buarque. Partindo das cidades utópicas nas primeiras composições, passando pela perda do potencial utópico das cidades nas canções, para – por fim – apresentar – no romance buarqueano – a cidade distópica como crítica social.
8. O(s) duplo(s) em Benjamim, de Chico Buarque
Numa abordagem breve, o romance é analisado e classificado conforme esta tipologia textual.
22 22UTC outubro 22UTC 2009
12 12UTC outubro 12UTC 2009
Riscos no Barro
Riscos no Barro: ensaios literários
Neste livro, Abilio Pacheco, professor de Literatura da UFPa, reúne 8 ensaios produzidos nos últimos anos. Alguns deles escritos a partir de projeto desenvolvido com Bolsa PIBIC-CNPq e outros escritos por ocasião do Mestrado em Estudos Literários, cursado na UFPa.
Destacamos os ensaios sobre Lucíola, de José de Alencar, sobre O Minossauro,
romance do paraense Benedicto Monteiro, e três ensaios sobre Chico Buarque
(dentre estes, o ponto alto, “Às urbes buarqueanas”, é indispensável para
pesquisadores e fãs do escritor, cantor e compositor carioca).
Formato: 12×21. 112 páginas. R$ 25,00
Pré-venda: R$ 20,00 (+ R$ 3,00 frete com registro).
(valor válido até 20 de outubro de 2009).
Envie cheque nominal para: Caixa Postal 5098 – CEP 66645-972 Belém-Pa.
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Lançamentos
Dia 03 de Novembro às 19:00 na III Jornada Acadêmica de Letras em Abaetetuba.
Dia 11 de Novembro às 19:00 na XIII Feira PanAmazônica do Livro (em Belém), no Stand do Escritor Paraense.
Dia 23 de Novembro às 19:00 no II Salão do Livro do Baixo Amazonas, em Santarém.
Dia 27 de Novembro às 19:00 na XI Feira do Livro em Marabá – no Ginásio da Folha 16.
Aguardamos sua presença.
Quarta capa
Riscos no Barro lembra as incursões juvenis sobre a atividade maestral do pensar, uma espécie de iniciação na intelectualidade. O livro traz isso, ensaios que expressam essa fase germinadora de pesquisadores com grande potencial e que se encontram em verve desenvolvimento. Ensaios em que o narrador enquanto categoria é mapeado teoricamente, em busca de revelar o “puro em si” benjaminiano que precisa ainda hoje ser discutido, principalmente, quando se torna evidente o desejo por entender que o “problema do narrador” não se resolve, mas se aprofunda à medida que mergulhamos mais e mais no que hoje ainda chamamos de contemporaneidade, certos de que poderíamos dizê-la ambiguítas. Os novos estudos teóricos da narratividade e da narrativa contemporânea não seriam suficiente para revelar o que existe, mas caminha como nos ensaios em questão colaborando com o vasto bojo bibliográfico que encontramos na área de estudos de teoria literária. Na leitura e organização bem didática, saímos de um texto mais basilar ate alcançarmos um status mais denso de sua produção, mas fica claro a escolha do título, pois com ele caminhamos entre os ensaios tateado as discussões no barro (cru e ríspido) entre riscos (insight) e rabiscos (inserções, proposições) para se construir as elucubrações da contemporaneidade, em um caminho íngreme e irregular e recheado de Riscos no Barro.
Augusto Sarmento-Pantoja
Professor de Literatura Vernácula
Universidade Federal do Pará






